Alfabetização

Para os perdidos

Há muitas décadas existe a discussão no Brasil de qual seria a melhor forma de se aprender a ler e a escrever. São diversos os métodos de alfabetização e os especialistas ainda não chegaram a um consenso.

As metodologias sintéticas de alfabetização propõem que o foco seja analisar o sistema de escrita começando pela letra, sílaba ou som (alfabético ou soletração, fônico ou fonético e silábico). Já as metodologias analíticas ou construtivistas pregam que a criança percebe primeiramente o todo, como o texto (global, palavração e sentenciação).

Em abril de 2019, o debate sobre os métodos de alfabetização voltou à tona com a divulgação do PNA (Plano Nacional de Alfabetização). Seus pontos polêmicos são a priorização do método fônico e a referência à primeira infância, dos 0 aos 5 anos de idade, como um dos públicos-alvo do programa.

Entretanto, o que não se pode discutir são os péssimos resultados do Brasil nas avaliações mundiais de leitura e escrita, como o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Em 2018, por exemplo, o Brasil ficou na 57ª colocação em leitura, entre 77 nações avaliadas.

 

 

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