Gordofobia

Para os perdidos

A escritora norte-americana Naomi Wolf disse, em seu livro “O mito da beleza”, que a fixação cultural da magreza feminina não é uma obsessão sobre a beleza das mulheres, mas, sim, uma obsessão com a obediência feminina à sociedade. A dieta, o culto ao corpo e a ditadura da magreza, segundo Wolf, tornaram-se preocupações das mulheres ocidentais desde os anos 1920. A publicidade, filmes, novelas, revistas, todos estes veículos passaram a vender um “padrão de beleza” irreal para a maioria das pessoas.

Já por volta da década de 90, a obesidade começou a ser vista como algo não saudável e, por isso, um problema a ser tratado pela medicina. Por outro lado, o corpo magro começou a ser reconhecido como sinônimo de beleza e saúde, o que começou a gerar um preconceito contra as pessoas gordas, principalmente mulheres.

Nos últimos anos vem surgindo movimentos que buscam quebrar essa busca desenfreada pelo “corpo perfeito”. Entre eles está o Body Positive, que dissemina a ideia de ser positivo em relação ao seu corpo, independente se ele é magro, gordo, alto, magro, etc. É deixar para trás o pensamento de que você precisava se enquadrar em algum padrão imposto pela moda ou universo da beleza estética, por exemplo.

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