História das pandemias

Para os perdidos

Não é a primeira vez que o mundo é profundamente afetado por uma pandemia. Antes da covid-19, a peste negra e a gripe espanhola obrigaram a humanidade a pensar sobre grandes questões e mudaram a história.

Entre os séculos 14 e 19, a peste negra ou bubônica matou pelo menos um terço da população europeia. A doença, que era transmitida por pulgas de ratos, levou o sistema feudal ao colapso por falta de mão-de-obra e paralisou a Guerra dos Cem Anos. Tornou-se uma pandemia graças às embarcações que transportavam mercadorias (e ratos!) da Ásia para a Europa.

No Brasil, a peste bubônica chegou já no fim do século 19 em um navio vindo de Portugal. Para combater a pandemia, o sanitarista Oswaldo Cruz criou um sistema onde as pessoas caçavam ratos e vendiam para o fiscal sanitário.

Já a gripe espanhola matou ao menos 50 milhões de pessoas. Há 102 anos, a doença se espalhou pelo mundo durante a Primeira Guerra Mundial. No Brasil, 35 mil pessoas morreram. Após a pandemia, a saúde pública ganhou maior importância, com novos hospitais. Nas artes e na política, ideias inovadoras ganharam força.

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