Refugiados

Para os perdidos

Talvez você lembre vagamente da imagem chocante de um pequeno menino morto afogado na beira da praia. Talvez não. Em 2015, a foto do pequeno Aylan Kurdi, de três anos, chamou a atenção do mundo para a crueldade da crise dos refugiados. O menino sírio foi uma das 300 mil pessoas que tentaram cruzar o Mar Mediterrâneo para chegar à Europa em 2015. Dessas, a ONU estima que 2,5 mil morreram.

Assim como Aylan, existem cerca de 68 milhões de pessoas espalhadas pelo mundo que foram forçadas a abandonarem as suas comunidades para sobreviver. O número foi divulgado pelas Nações Unidas em 2019. Dentro dessa categoria, se incluem 40 milhões de deslocados internos; 25 milhões de refugiados; e 3 milhões de solicitantes de asilo. Eles fazem parte de um dos mais importantes fenômenos do século 21: as crises migratórias provocadas por guerras, violência ou perseguições.

Os refugiados são aqueles que fogem de conflitos armados e perseguição. Já os migrantes são pessoas que escolhem se mudar, não por conta de uma ameaça direta, mas para melhorar sua qualidade de vida. Quando uma pessoa já se apresentou a um país estrangeiro como refugiado, pedindo proteção internacional, ela é chamada de solicitante de asilo. Ou seja, trata-se do indivíduo à espera do reconhecimento do seu status de refugiado.

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