Tabagismo

Para os perdidos

O uso do tabaco está presente na história da sociedade pelo menos desde o século XV. Nesta época, ele tinha caráter sagrado e era utilizado em rituais ou para fins medicinais. O consumo aumentou muito a partir da criação da máquina de fazer cigarros, em 1880.

Com o tempo, o cigarro passou a ser associado à sedução, à liberdade e ao poder. Atualmente, o tabaco é consumido como “droga recreativa” sob a forma de cigarro, charuto, cachimbo, rapé, narguilé, charro ou fumo mascado.

Já em 1960, foram publicados os primeiros relatos científicos que relacionavam o cigarro ao aumento da incidência de câncer, infarto e outras doenças. Hoje, sabe-se que a nicotina, componente do tabaco, é a responsável por gerar a dependência química e psicológica, o chamado tabagismo.

A fumaça do cigarro contém, aproximadamente, 4,7 mil substâncias químicas, das quais 60 são cancerígenas.

A epidemia de tabaco é uma das maiores ameaças à saúde pública que o mundo já enfrentou, sendo responsável pela morte de mais de oito milhões de pessoas por ano. Sete milhões dessas mortes são resultado do uso direto do tabaco, enquanto cerca de 1,2 milhão são resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo.

Quase 80% dos 1,1 bilhão de fumantes do mundo vivem em países de baixa e média renda. Esta realidade fez com que países de todo o mundo investissem no controle do comércio de cigarro, limites à propaganda, aumento de impostos e divulgação dos malefícios que ele causa.

No Brasil, a propaganda foi banida, o imposto é alto e os maços trazem alertas de saúde.

Nosso propósito é conectar as pessoas à informação de qualidade, para que elas tomem as melhores decisões para si e para o mundo.

Copyright © 2020 | Newspass